domingo, 4 de maio de 2008

Domingo

Olá,

hoje é domingo, um bom dia para filosofar um pouco...Eu estava vendo o documentário "Quem Somos Nós", dirigido por William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente. O filme relativiza todos os conceitos e leis sob as quais alicerçamos desde as nossas condutas mais sutís, como expressões e sentimentos, até a nossa rotina diária. A física quântica está descortinando visões de mundo inteiramente novas e negando as certezas da humanidade. Esse ramo da ciência estuda o mundo das possibilidades e o documentário dedica-se a mostrar que, diferente do que pensamos, a realidade, mesmo aquela que parece mais absolutamente verdadeira e imutável, está sujeita ao filtro do nosso cérebro. Para exemplificar isso, é usado como exemplo o fato de os índios que viviam no território brasileiro antes do descobrimento simplesmente não enchergarem as embarcações que já eram visíveis no horizonte pelo fato da completa inexistência deste acontecimento na sua vida. Então, essa é a prova de que cada um de nós cria o mundo em que vive. Na postagem abaixo eu coloquei o texto que fala sobre a relativização do tempo. O tempo é mais um exemplo de que nada é absoluto: o tempo pode se esticar ou reduzir-se conforme vivemos aquele período. Esta é a questão. Tudo é relativo. Podemos também linkar esta perspectiva com o conteúdo do livro O Segredo, que aborda o poder da mente na realização de objetivos. Na verdade, expandindo isto, chegamos na física quântica, que estuda isto a um nível atômico. O átomo, segundo os estudos, é uma partícula condensada com íons pairam, sumindo e aparecendo...Para onde eles vão? Inclusive o núcleo deste átomo, o que até hoje se pensava que fosse algo denso, some e aparece. Isto é revolucionário. A sugestão do filme é passarmos a olhar tudo a nossa volta, incluindo os objetos como mesas e cadeiras, com dúvida e, ao mesmo tempo, lembrando que no nível mais profundo possível, as particulas atômicas, somos todos iguais.

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